Para ressaltar a importância de se prestar muita atenção à segurança, uma TV fez uma reportagem sobre falta de segurança num site de hospedagem e conseguiu acesso aos registros de 1500 clientes, com todas as informações desde números de cartões de crédito até comentários sobre os clientes.
São estes tipos de histórias que diminuem a confiança do consumidor. Alguns vendedores eletrônicos reclamam sobre a relutância dos consumidores, pois pela internet eles não têm o mesmo contato pessoal que conseguem ao olhar nos olhos do vendedor de uma loja. Os especialistas dizem que este nível de conforto aumentará quando os métodos de pagamento e as medidas de segurança estiverem padronizadas.
Enquanto as empresas de internet continuarem com a responsabilidade pelas falhas na segurança e perdas resultantes aos usuários de cartões de crédito, continuará o crescente problema de pessoas que usam cartões de crédito roubados para fazer compras pela internet - embora práticas desonestas e fraudulentas por parte das empresas de cartões de crédito não sejam comuns, elas acontecem. A boa notícia é que os consumidores são protegidos pela lei: no caso de uma fraude online ou offline no seu cartão de crédito, você só é responsável, no máximo, por US$ 50,00 da quantia que lhe foi roubada.
Além disso, felizmente a Federal Trade Commission (Comissão Federal do Comércio) (FTC) - em inglês - e a mídia estão bem atentas a isto. Em 1994, a FTC pediu que o escritório de relatório de crédito TransUnion parasse de "vender" dados de consumidores, dados de 160 milhões de americanos para produtores de lixo eletrônico. A FTC declarou que a TransUnion violou o Fair Credit Reporting Act ao vender informações de consumidores para marketeiros que não tinham nenhum dos objetivos permitidos pela lei. A TransUnion negou que vendeu informações que pudessem afetar as regras declaradas pela FTC, mas perdeu.
Se aquela lista de e-mails lhe incomoda, preste atenção ao preencher os formulários de cartões de crédito. Alguns deles agora têm um local onde você sinaliza se quer ou não que as suas informações sejam vendidas para as listas de e-mails. Você também pode se proteger tirando o seu nome das listas de e-mails dos escritórios de crédito.
Uma forma de fazer isto é visitando o site The Consumer Credit Reporting Industry Opt-Out Prescreen (em inglês). Neste site você poderá preencher um formulário optando por não receber mais ofertas pré-aprovadas de crédito ou de seguros no seu e-mail. Uma outra alternativa é ligar para os maiores escritórios de cartões de crédito e solicitar que o seu nome seja removido de suas listas de e-mails.
Quando você escrever para estas companhias, inclua seu nome completo, variações de nome, endereço de correspondência, número do seguro social e assine, deixando claro que você quer que o seu nome seja retirado de suas listas de e-mails.
A Direct Marketing Association (DMA - Associação de Marketing Direto) rastreia os consumidores que preferem não receber solicitações por e-mail ou telefone. Verifique o site de ajuda ao consumidor (em inglês) deles para mais informações. Há vários passos simples que você pode tomar para proteger a si próprio e ao seu cartão de crédito, começando com o ato de assiná-lo assim que ele chegar pelo correio.
Estas dicas são importantes e universais:
O número do seu PIN e da sua conta de um recibo jogado fora podem deixá-lo vulnerável a fraudes no cartão de crédito. Além disso, não jogue fora a fatura, recibos ou carbonos do seu cartão sem antes rasgá-los!
Agora você tem um formulário de cartão de crédito e suas letras pequenas. Quer saber o que elas dizem realmente?