Parte importante de ser um penhorista é ter um sexto sentido em relação a quanto as coisas valem novas e usadas. "Quando você está começando, há livros que podem ajudá-lo, mas esses livros não são bons", diz Ausley. Como penhorista experiente, Ausley se informa sobre preços andando por lojas, olhando catálogos e conversando com outros penhoristas. A verdadeira experiência está na compra e venda diária de objetos. Ele está nesse ramo há 15 anos.
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Eletrônicos são um problema especial. Os preços de produtos novos estão caindo a cada dia, o que significa que o preço dos usados também está caindo. Quando a economia está em baixa, muitas pessoas penhoram objetos e poucas compram. Isso ajuda a explicar, até certo ponto, as altas taxas. O penhorista tem que entregar dinheiro de verdade quando faz um empréstimo, mas tem apenas produtos usados para vender se o empréstimo não for pago. E mercadorias usadas não são uma boa opção quando se trata de investimentos.
"O cliente ideal é aquele que vem e paga as taxas a cada 30 dias ou que recupera seu objeto depois de um mês e coloca novamente no penhor, se necessário", diz Ausley.