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O tratado de Roma foi ratificado em 1958, estabelecendo a Comitê Econômico Europeu. A meta do comitê era reduzir as barreiras comerciais, aperfeiçoar políticas econômicas, coordenar políticas de transporte e agricultura, remover medidas que restringem a livre concorrência e promover a mobilidade da força de trabalho e capital entre as nações membros. Ela foi bem sucedida e serviu também como pacificadora dos conflitos entre as nações européias do que para uma função econômica.

Nesta fase, a taxa de câmbio monetário entre países era controlada pelo Sistema Bretton Woods (em inglês), que vinculava as moedas ao dólar americano, permitindo a flutuação de apenas um ponto em torno de valores definidos. Referia-se a isto como "taxa indexada" e foi baseada parcialmente no ouro como lastro para o dólar. Este sistema funcionou bem durante vinte anos, ajudando a estabilizar taxas de câmbio e restaurar o crescimento econômico no período pós-guerra. Em 1960, entretanto, o sistema começou a falhar, e acordos de taxas cambiais tornaram-se o assunto principal entre líderes políticos e econômicos europeus.

Em dezembro de 1969, foi solicitado ao primeiro-ministro de Luxemburgo, Pierre Werner, que escrevesse um relatório da CE (Comunidade Européia) cobrindo a necessidade de uma completa união monetária entre economias européias. O relatório Werner saiu em 1970, abordando especificamente a idéia de uma moeda européia única como parte de um esforço monetário cooperativo. O relatório foi o primeiro a usar o termo: união monetária e econômica.

Embora esse plano parecesse promissor, ele perdeu seu impulso quando a política do presidente americano Richard Nixon, em 1971, a chamada negligência benigna, terminou com o amparo dos Estados Unidos (por suas reservas em ouro) das taxas de câmbio pré-definidas contra o dólar, quebrando o sistema Bretton Woods. Outros bancos centrais não estavam dispostos a apoiar o dólar, o que teria suprido o equivalente em seguros de depósitos.

Então a que isso levaria os países europeus em se tratando da estabilidade de suas moedas? Isto ocasionou o desenvolvimento em 1979 do Sistema Monetário Europeu, que limitou as taxas de câmbio entre os países participantes em zonas de comércio pré-definidas e ficou conhecido como Mecanismo de taxa de câmbio. Este passo, por si mesmo, estabilizou a economia pela criação de zonas de comércio previsíveis.

O próximo passo em direção de uma economia européia unificada veio em 1987, com o Single European Act. Este ato requereu a remoção sistemática das barreiras e restrições que obstruíam o comércio entre os países europeus. Em conseqüência, postos de fronteira, impostos, alfândegas, restrições trabalhistas e outras barreiras foram desfeitas.

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