Planejando a transição

Conforme descrito pelo relatório Delors, a transição para uma anuência européia única seguiu um plano de três etapas:
  • a primeira etapa iniciou em primeiro de julho de 1990 e imediatamente aboliu (pelo menos, a princípio) todas as restrições de movimento de capital entre os Estados membros. Também começou a identificar as questões que precisavam ser resolvidas e o desenvolvimento de um programa de trabalho para implementar as mudanças futuras;

     

  • a segunda etapa teve seu início em primeiro de janeiro de 1994 e marcou o estabelecimento do Instituto Monetário Europeu. O instituto foi responsável pela coordenação da política monetária e fortalecimento da cooperação dos bancos centrais, bem como fazer preparativos para o estabelecimento do sistema europeu de bancos centrais, o que abrangia a política monetária e moeda única. Em dezembro de 1995, os chefes de estado ou governos do conselho europeu reunidos em Madri votaram no nome "euro" para a moeda única da Comunidade Econômica Européia;

     

  • a terceira etapa teve origem em primeiro de janeiro de 1999, com o estabelecimento de "taxas de câmbio fixas e irrevogáveis" das unidades monetárias dos 11 países membros. Nesse ponto, o euro era a moeda corrente oficial destes países, mas poderia ser usada apenas em transações que não envolviam dinheiro em espécie, como transferências eletrônicas, crédito, etc.

    A Grécia aderiu à EMU em janeiro de 2001, elevando o número de estados membros para 12. A Esolvênia aderiu em 2007. 

Para mais informações sobre eventos ocorridos entre 1957 e 1989, veja a seção Mais sobre a história do euro.