Enquanto tem havido muito debate sobre o quão rigorosamente estes requisitos devem ser mantidos, foi finalmente determinado que os governos participantes devem mostrar que estão pelo menos seguindo "na direção" de cumprir estes critérios.
Atingir os critérios iniciais, todavia, não é algo que acontece de uma só vez. O Stability and Growth Pact (em inglês), que foi minutado em 1996, estabelecia um artigo de acordo que previa multas a serem cobradas dos países que acumulassem débitos excessivos. Nações membros não podem conduzir um déficit de orçamento que seja maior que 3% do PIB. Se o fizerem, será cobrado 0,2% do seu PIB, mais 0,1% do PIB para cada ponto percentual de débito acima dos 3%. Entretanto, o pacto não impõe estas multas automaticamente. Países que estejam em recessão, o que é definido como uma queda de pelo menos 2% para quatro trimestres fiscais, poderão estar automaticamente isentos. Uma queda de qualquer montante a partir de 0,75% a 2% necessitaria do voto da UE para que fosse imposta uma multa.
Embora o pacto europeu esteja estruturado como um estabilizador para a economia, existem aqueles que argumentam que ele pode ser prejudicial às economias engessando sua mobilidade. Assim os países não podem optar por adotar uma postura fiscal mais relaxada durante os períodos de crescimento rápido e refrear durante os períodos de desaceleração. Além disso, os críticos do sistema dizem que os países com economia mais fracas acabam sendo prejudicados.