Veja como funciona. O Fed compra certificados de um banco (ou de um negociador de certificados) e paga por eles dando crédito à reserva do banco (ou à conta do negociador) para a quantidade comprada. O banco tem de manter a porcentagem desses novos fundos na reserva, mas pode emprestar dinheiro para outro banco no mercado de fundos. Isso aumenta a quantidade de dinheiro no sistema bancário e diminui as taxas de fundos federais. Isso estimula a economia pelo aumento dos gastos dos negócios e dos consumidores, já que os bancos têm mais dinheiro para emprestar e as taxas de juros são reduzidas.
Quando o Fed quer diminuir a oferta de dinheiro, vende os certificados de posse de valores. Essa transação deduz a quantia de compra da reserva do banco (ou da conta do negociador). Isso reduz a quantidade de dinheiro que o banco tem para emprestar no mercado de fundos federais e aumenta a taxa de fundos federais. Esse movimento basicamente desacelera a economia, reduzindo a quantidade de dinheiro que os bancos têm para emprestar, o que aumenta as taxas de juros e tende a reduzir os gastos dos consumidores e dos negócios.
Essas decisões são tomadas pelo Comitê de Mercado Aberto Federal, constituído de sete membros do Conselho de Administradores, do presidente do banco regional do Fed em Nova York e de quatro membros rotativos entre outros onze bancos regionais do Fed. Esse comitê tem oito reuniões por ano para discutir e dirigir a política monetária. As reuniões extras de emergência são convocadas quando necessárias. O comitê especifica tanto a quantidade de reserva para ser comprada ou vendida quanto uma mudança específica na taxa de fundos federal (a taxa de fundos federal é a taxa de juros pela qual o banco empresta as reservas para outros bancos).