O controle principal do Fed é sobre a elevação e a redução das taxas de juros em curto prazo. Com isso, o Fed pode indiretamente influenciar a demanda, que por sua vez influencia a economia. Por exemplo, se as taxas de juros estão baixas, fazer empréstimos para fazer compras se torna mais barato e as pessoas ficam mais motivadas para gastar dinheiro porque elas podem conseguir um acordo melhor no empréstimo. Gastar dinheiro, por sua vez, estimula o crescimento da economia, que é o que o Fed está tentando fazer nesse caso. Se há dinheiro demais na economia, entretanto, as pessoas gastam mais dinheiro e a demanda aumenta com a taxa mais rápida do que a oferta pode igualar. Os preços aumentam muito rápido por causa da falta de produtos. O resultado? A inflação. Se houvesse muito pouco dinheiro na economia, as pessoas não gastariam dinheiro em excesso e a economia cresceria pouco.
O Fed observa os indicadores econômicos de perto para determinar em qual direção a economia está caminhando. Por prever aumentos da inflação ou reduções na economia, o Fed sabe se deve aumentar ou reduzir a oferta de dinheiro.
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Influenciar a inflação leva muito tempo, e é uma meta que tem de ser vista como de longo prazo. Influenciar os empregos e a produção, entretanto, pode ser feito mais rapidamente, e por isso é um objetivo de curto prazo. A chave é achar o ponto de equilíbrio. A defasagem nos efeitos que a política monetária tem sobre a economia é importante. Isso acontece porque o Fed tem de fazer previsões da inflação antes que ela realmente aconteça - um, dois ou até mesmo três anos antes. Se o Fed espera até que a inflação seja visível, então seria extremamente difícil colocá-la sob controle novamente. Vamos falar sobre os indicadores econômicos em breve.