Aqui está um exemplo de como isso funciona: se um casal tem US$ 10 mil no banco, então ele pode comprar uma casa de US$ 50 mil, se tiver que dar uma entrada de 20%. Caso não seja necessário pagar 20% de entrada, então os US$ 10 mil podem representar uma entrada de 10% de uma casa no valor de US$ 100 mil ou 5% de uma casa no valor de US$ 200 mil. Se o casal optar pelo imóvel mais caro, será necessário fazer um seguro contra inadimplência. Os custos do seguro são baseados no valor total do empréstimo. Para um empréstimo de US$ 100 mil com uma entrada de 10%, o custo médio do seguro sai por US$ 40 ao mês.
Em 1998, o ato aprovado pelo congresso - Homeowners Protection Act - estabeleceu regras para os financiamentos imobiliários feitos a partir de 29 de julho de 1999, exigindo que o seguro contra inadimplência fosse automaticamente suspenso após ter alcançado 22% do direito sobre o patrimônio do imóvel, baseado no valor original da propriedade. Também é possível solicitar a isenção do pagamento do seguro quando se atinge 20%, caso o financiamento tenha sido feito após a data mencionada acima. Se o empréstimo foi concedido antes dessa data, pode-se pedir o cancelamento do seguro uma vez que se tenha alcançado a marca de 20%, mas pela lei o credor não é obrigado a fazer o cancelamento.
Existem determinadas condições que fazem do empréstimo uma exceção: por exemplo, se não se está em dia com os pagamentos, se o empréstimo é considerado de "alto risco" ou se o mutuante possui outras pendências relacionadas à propriedade.
Alguns estados possuem leis no que tange à suspensão do seguro contra inadimplência para os financiamentos realizados antes de 29 de julho de 1998.