Depois de uma crise

Logo depois de uma crise, a organização culpada precisa compensar as vítimas. Os especialistas recomendam que a empresa aja com rapidez para oferecer a indenização. Se as vítimas receberem a compensação imediatamente, é menos provável que a crise permaneça na imprensa. O custo de resolver a questão com rapidez também será bem menor do que se a empresa esperar por um processo [fonte: Seven Dimensions of Crisis Communication Management].

A empresa precisa fazer um ousado comprometimento de garantir que os erros que causaram a crise não aconteçam novamente. Medidas de precaução devem ir bem além das expectativas do público. No susto da falsificação do Tylenol no meio da década de 1980, por exemplo, o fabricante retirou completamente suas cápsulas do mercado até que pudesse desenvolver um vidro à prova de falsificação [fonte: Effective Crisis Management (em inglês)]. Isso custou centenas de milhões de dólares para a empresa, mas fez que ela reconquistasse a confiança do público.

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Foto cedida por iStockPhoto
Depois de uma crise, determine um grupo para avaliar o plano de comunicação

Depois que a crise tiver passado, a empresa deve criar um grupo de avaliação para determinar quais partes do plano de comunicação de crises funcionaram e quais precisam ser revisadas. Um grupo de avaliação diferente deve examinar as origens do problema e decidir que medidas devem ser tomadas para evitar ocorrências futuras.

Como um fechamento para a comunicação de crises, os especialistas recomendam que a empresa publique essa auto-avaliação. Isso oferece mais provas para a comunidade de que a empresa leva a crise a sério e de que tem meios de segurança prontos para evitar até mesmo a ameaça de uma nova crise do gênero.

Para obter mais informações sobre planos de comunicação de crises e artigos relacionados, confira os links na próxima seção.