É importante frisar que, excluindo o extinto plano tradicional, os planos de previdência não possuem qualquer tipo de garantia de rentabilidade, o que teoricamente significa que você poderá vir até a perder rendimentos. Contudo, ao analisar os dados históricos, verifica-se que elas sempre rendem, na medida
em que rendem também a renda fixa e os fundos de ações conservadores (principais alvos destas aplicações). Em 2006, por exemplo, os planos de previdência renderam entre 10 e 20%.
Veja abaixo em qual produto seu perfil se enquadra:
VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) - Ideal para pessoas que fazem a declaração simplificada de IR, para profissionais liberais e/ou para quem já contribui com 12%, pois não é dedutível do Imposto de Renda. É o plano preferido dos brasileiros, representando cerca de 67% do montante total investido.
PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) - Ideal para quem faz a declaração completa de Imposto de Renda, pois ele é dedutível em até 12% da base tributável do IR. Corresponde por cerca de 15% do volume total investido do setor.
Entretanto, independente do plano de previdência privada escolhido (PGBL ou VGBL), você precisará definir o regime de tributação que incidirá sobre seu investimento. Para isso, você deve refletir sobre o tempo e o valor da aplicação. Suas opções são:
1. Tabela progressiva - tributação é de 15% na fonte;
2. Tabela regressiva - tributação diminui com o tempo, conforme abaixo:
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