Introdução


­investimentos de pouco risco

Todos os investidores, mesmo os mais agressivos, não devem deixar de investir pelo menos uma parte de seu dinheiro no mercado de renda fixa. Esta afirmação, a princípio, pode soar um tanto conservadora, apesar de que não há mal nenhum em ser um investidor conservador. Contudo, na hora de investir, uma regra fundamental das finanças não pode deixar de ser observada, mesmo por aqueles que se dispõem a correr altos riscos para auferir lucros significativos: a diversificação reduz os riscos dos investimentos.

Na prática, o que isto quer dizer? Quer dizer que o investidor deve “dividir” seu dinheiro em partes, alocando cada uma delas em aplicações distintas. Por exemplo, 20% em ações de empresas, 10% na caderneta de poupança, 30% em títulos de renda fixa, 25% em previdência privada e 15% em imóveis.




E por que tal diversificação reduz riscos? Simples: se a cotação das ações de empresas baixar, as perdas são compensadas com a rentabilidade das outras aplicações, que não necessariamente acompanham o movimento das ações. Entendeu?

Os títulos de renda fixa, apesar da baixa rentabilidade (na maioria dos casos, entre 6% e 10% ao ano), são pouco suscetíveis à volatilidade dos mercados. Por isso mesmo que não devem ficar fora da composição do um portifólio de investimentos, independente do perfil do investidor.

Saiba tudo, neste artigo, como funcionam os principais títulos de investimento em renda fixa.