Títulos de renda fixa são aplicações financeiras cuja rentabilidade pode ser determinada previamente ou segue taxas conhecidas no mercado financeiro. O conjunto destas aplicações compõem o chamado mercado de renda fixa.
Na visão dos investidores, estas aplicações podem ser encaradas como um depósito bancário: empresta-se dinheiro e, em troca, recebe-se o valor emprestado acrescido de juros.
Por se tratar de um investimento de baixo risco, os títulos de renda fixa são extremamente populares no Brasil. Quem nunca ouviu falar em CDB’s ou depósitos à prazo, não é mesmo? Juntamente com os títulos de capitalização, estas aplicações são as campeãs de publicidade nas agências bancárias em todo o Brasil.
Os títulos de renda fixa são classificados em dois grupos, de acordo com a sua rentabilidade.
Se a tendência destes indicadores é de crescimento, os títulos pós-fixados valem mais a pena, pois sua rentabilidade também cresce, ao passo que os pré-fixados permanecem inertes; mas se a tendência é de redução, as aplicações pré-fixadas são as mais indicadas. |
Os fundos funcionam como um “clube”, cujo patrimônio é composto por centenas, às vezes milhares de sócios (os investidores). Os fundos necessariamente têm um gestor, que aplica o dinheiro em títulos do mercado de renda fixa. É muito comum que esse gestor seja, por exemplo, um banco. As vantagens de aderir? Sabe aquela regrinha da diversificação de que falamos anteriormente? O fundo faz isso para você. Sem contar que o fundo pode investir em títulos que, sozinho, um investidor jamais conseguiria aplicar (pela exigência mínima de capital). E, como nada é perfeito, os fundos cobram uma “taxa de administração” sobre a rentabilidade, em geral de 1 a 4%. Mas nem por isso deixam de ser uma boa opção. |