T-Teste - no Six Sigma, você precisa ser capaz de estabelecer um nível de confiança sobre suas medições. Geralmente, um tamanho de amostra maior é desejável quando se roda qualquer teste, mas às vezes isso não é possível. O T-Teste auxilia as equipes do Six Sigma a validarem os resultados de testes usando tamanhos de amostra que vão de 2 a 30 pontos de dados.
Gráficos de controle (Controle de processo estatístico ou SPC) - confia nas técnicas estatísticas para monitorar e controlar a variação dos processos. O gráfico de controle é a primeira ferramenta do SPC. As equipes do Six Sgima usam gráficos de controle para conduzirem o desempenho de um processo em um eixo contra o tempo de outro eixo. O resultado é uma representação visual do processo com três componentes principais: uma linha central, um limite de controle superior e um limite de controle inferior. Os gráficos de controle são usados para monitorar a variação em um processo e determinar se a variação está dentro dos limites normais ou se ela resulta de um problema ou de uma mudança fundamental no processo.
Design de experimentos - quando um processo é otimizado, todas as entradas são ajustadas para fornecer a melhor e mais estável saída. O difícil, claro, é determinar o que aqueles ajustes de entrada podem ser. Um desenho de experimentos, ou DOE, pode ajudar a identificar os ajustes de entrada otimizados. Realizar um DOE pode levar tempo, mas as vantagens são significativas. A maior recompensa é a compreensão adquirida no processo.

O futuro do Six Sigma
Embora o Six Sigma exista desde os anos 80, ele continua a evoluir e a mudar. Algumas dessas mudanças envolvem o acréscimo de novas ferramentas desenvolvidas e refinadas em situações práticas reais. Outras mudanças estão relacionadas ao modo como as equipes de Six Sigma são organizadas. Por exemplo, nos anos recentes, surgiu a Faixa Branca Six Sigma. Os Faixas Brancas precisam de muito menos treinamento do que os Faixas Verdes e Pretas e assim, oferecem um retorno de investimento mais rápido. Agora, pequenas e médias empresas têm acesso a todos os benefícios da implementação do Six Sigma.
Mas até empresas grandes como a Motorola continuam levando os programas Six Sigma para outros níveis. Em 2003, a empresa começou a ver menos benefícios e economia vindo da metodologia Six Sigma já que os custos relacionados à má qualidade começaram a aumentar novamente. Como resultado, a Motorola sobrecarregou o Six Sigma com poderosas novas ferramentas, compreensões e avanços. As mudanças funcionaram: em 2004, a Motorola conquistou crescimento de 42% de renovação e um aumento de 257% em ganhos sobre o desempenho do primeiro quarto do ano anterior. Isso rejuvenesceu o interesse no Six Sigma e assegurou sua posição como uma séria ferramenta de negócios, não como uma moda que vagarosamente desaparecerá na história dos negócios.
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